Da janela, via o morro da Santa.
Ainda há verde nele.
E o azul claro sobre a nesga de mata na manhã levava seus afetos a outros céus que não este.
Um portal.
Por algum viés impossível de explicar em linguagem humana, encontrava-se exatamente sob a brisa fresca do lugar que concebera como portal.
Ali, onde sua jornada começara.
Seria isto amadurecer?
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Não revelo nomes.
"Que seja em segredo".
madrugada do dia 13/01/08
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