segunda-feira, 16 de maio de 2011

Sim, eu amei você

Quando escolhi amar você, jamais podia supor sua incapacidade de sentir um afeto que fosse. Não por falta de aviso, eu sei. Amigos não faltaram em alertar. Mas uma vez a escolha feita, como adestrar meu instinto de posse?
Eu queria você como não quis ninguém antes.
Tudo soava tão diferente... as músicas, os conceitos... até mesmo o passado.
Você era uma luz nova em minha vida. Ou, melhor. Uma escuridão improvável e sedutora.
E eu te amei, minha doce inspiração.
Eu te amei.

5 comentários:

Anônimo disse...

Oi Val, você diz que até o passado ficou diferente. O passado que é constantemente alvo de toda mudança. Eu escrevi sobre isso recentemente: http://arremedo.wordpress.com/2011/04/25/o-caleidoscopio-do-que-foi/

E esse blog? Não o conhecia ainda... qual é a história dele?

Igor Rolim disse...

Lindo, vc sempre surpreende com seus pensamentos escritos... as palavras ficam claras mesmo!

Anônimo disse...

Você escorrega por entre as palavras numa mistura encantadora de doçura e melancolia... Com uma entrega tão intensa é impossível não ser arrebatada!
Sempre intensa...

Felipe Braga disse...

É, Val. Cada frase de suas divagações tem um significado muito especial. Parece que cada vírgula, as reticências, são colocadas com algum propósito, estão dizendo alguma coisa.
O amor do passado sempre é substituído pelo que chega, sempre mais forte.

Me orgulho de estar aqui.

Beijos.

Roberta de Souza disse...

Olá querida! Hoje venho te visitar por uma causa mega importante!
Esperamos você no Caminhar para conhecer nossa campanha, ok?
Passa lá: http://precisocaminhar.blogspot.com/2011/06/ela-doa-seu-amor-para-as-criancas.html

Bj
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