Quando escolhi amar você, jamais podia supor sua incapacidade de sentir um afeto que fosse. Não por falta de aviso, eu sei. Amigos não faltaram em alertar. Mas uma vez a escolha feita, como adestrar meu instinto de posse?
Eu queria você como não quis ninguém antes.
Tudo soava tão diferente... as músicas, os conceitos... até mesmo o passado.
Você era uma luz nova em minha vida. Ou, melhor. Uma escuridão improvável e sedutora.
E eu te amei, minha doce inspiração.
Eu te amei.
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5 comentários:
Oi Val, você diz que até o passado ficou diferente. O passado que é constantemente alvo de toda mudança. Eu escrevi sobre isso recentemente: http://arremedo.wordpress.com/2011/04/25/o-caleidoscopio-do-que-foi/
E esse blog? Não o conhecia ainda... qual é a história dele?
Lindo, vc sempre surpreende com seus pensamentos escritos... as palavras ficam claras mesmo!
Você escorrega por entre as palavras numa mistura encantadora de doçura e melancolia... Com uma entrega tão intensa é impossível não ser arrebatada!
Sempre intensa...
É, Val. Cada frase de suas divagações tem um significado muito especial. Parece que cada vírgula, as reticências, são colocadas com algum propósito, estão dizendo alguma coisa.
O amor do passado sempre é substituído pelo que chega, sempre mais forte.
Me orgulho de estar aqui.
Beijos.
Olá querida! Hoje venho te visitar por uma causa mega importante!
Esperamos você no Caminhar para conhecer nossa campanha, ok?
Passa lá: http://precisocaminhar.blogspot.com/2011/06/ela-doa-seu-amor-para-as-criancas.html
Bj
beta
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